O Comitê de Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara promoveu, entre os dias 18 e 21 de maio, uma série de encontros para a apresentação dos Planos de Manejo de unidades de conservação municipais localizadas no trecho Leste da Região Hidrográfica V. A iniciativa foi promovida pelo Comitê Baía de Guanabara, através do Subcomitê Leste e em parceria com sua Secretaria Executiva, a Agevap, e com o Consórcio Profill-Fato.

As áreas de proteção ambiental que receberam o Plano de Manejo foram o Parque Natural Municipal Serra do Barbosão, de Tanguá; o Refúgio de Vida Silvestre de Santa Fé, em Cachoeiras de Macacu; a Área de Proteção Ambiental Suruí, situada em Magé; a Área de Proteção Ambiental Serra do Sambê, de Rio Bonito; a Área de Proteção Ambiental Alto do Gaia, que fica em São Gonçalo; a Área de Proteção Ambiental Guapi-Guapiaçu, em Guapimirim; e a Área de Proteção Ambiental Morros da Guanabara, localizada em Niterói.
A entrega dos Planos de Manejo reforça o compromisso do Comitê Baía de Guanabara com a preservação ambiental e o fortalecimento da gestão integrada dos recursos naturais na Região Hidrográfica da Baía de Guanabara.
Os documentos são instrumentos fundamentais para o planejamento e a gestão das unidades de conservação. Por meio deles, foram definidas diretrizes voltadas ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação da biodiversidade e à harmonização entre a proteção ambiental e as atividades socioeconômicas desenvolvidas nos territórios.
A elaboração dos documentos se baseou em uma abordagem integrada, contemplando diagnósticos ambientais, territoriais e socioeconômicos. Os planos também consolidaram diretrizes técnicas, legais e institucionais essenciais para garantir a efetividade da gestão das unidades de conservação ao longo do tempo.
Além da importância individual de cada unidade de conservação, a proposta buscou fortalecer uma atuação conjunta entre os territórios, permitindo que as sete áreas possam atuar como um mosaico de unidades de conservação.
A integração das gestões contribui para ampliar a resiliência dos serviços ecossistêmicos diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela ocorrência de eventos críticos ambientais.